Acabei de falar ao telefone com a Yolanda, uma velha amiga de Madrid, foi a primeira pessoa a falar-me, apaixonadamente, de Picasso e do seu quadro favorito "Guernica" (1937). A Yolanda contou-me a história de "Guernica" quando tinhamos 15 anos...há muito tempo, mas lembro-me da paixão com que o fez. Lembro-me de ter visitado, anos mais tarde, aquela localidade basca com ela, de ter imaginado aquele dia terrível em que a aviação Alemão "carregou" sobre os civis. Lembro-me de, mais tarde ainda e já sem a sua companhia, ter visto o quadro de Picasso na entrada do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova Iorque. Lembro-me de terem tapado o quadro, em Fevereiro deste ano, para que os Cães da Guerra não ferissem a memória do quadro com as suas palavras. As memórias que resvaslam, suavemente, por causa de um simples telefonema...
sábado, 30 de agosto de 2003
Guernica
Acabei de falar ao telefone com a Yolanda, uma velha amiga de Madrid, foi a primeira pessoa a falar-me, apaixonadamente, de Picasso e do seu quadro favorito "Guernica" (1937). A Yolanda contou-me a história de "Guernica" quando tinhamos 15 anos...há muito tempo, mas lembro-me da paixão com que o fez. Lembro-me de ter visitado, anos mais tarde, aquela localidade basca com ela, de ter imaginado aquele dia terrível em que a aviação Alemão "carregou" sobre os civis. Lembro-me de, mais tarde ainda e já sem a sua companhia, ter visto o quadro de Picasso na entrada do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova Iorque. Lembro-me de terem tapado o quadro, em Fevereiro deste ano, para que os Cães da Guerra não ferissem a memória do quadro com as suas palavras. As memórias que resvaslam, suavemente, por causa de um simples telefonema...
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